18ª semana do Meio Ambiente da FIESP

A cerimônia de início da 18ª semana do Meio Ambiente da FIESP – “Sustentabilidade e inovação: um novo olhar para o futuro” – iniciou com uma breve intervenção de Nelson Pereira dos Reis, Vice-Presidente e Titular de Meio Ambiente da FIESP, lembrando que no ano de 2016 a Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo completa 30 anos de existência.

A constituição da Secretaria e o estabelecimento do Sistema Ambientel Paulista tiveram como dois alicerces básicos o Consema (criado em 1983) e a Cetesb (1968). Hoje a Secretaria é responsável por planejar, coordenar, supervisionar e controlar a Política de Meio Ambiente no Estado.

Pereira dos Reis ressaltou que neste mesmo ano que as tecnologias dos processos das indústrias e o impacto em toda a cadeia de valor são objetos de discussão na FIESP desde a criação do Departamento de Meio Ambiente da organização em 1976.

Patrícia Iglesias, Secretária do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, frisou a importância de eventos como o promovido pela FIESP para que o poder público possa intensificar os diálogos junto ao setor privado e a sociedade civil. Sua atuação frente à Secretaria foca nos temas de biodiversidade, gestão de resíduos sólidos e mudanças climáticas.

Apesar da indústria paulista ter sido uma das mais afetadas pela crise, a Secretária da pasta reconhece o aumento do investimento em tecnologias realizado pelo setor, reforçando que meio ambiente e economia caminham juntos.

Iglesias relembrou que a vitória ambiental do Estado foi a destituição de Cubatão como a cidade mais poluída do mundo segundo a ONU. Desde 1983 com o plano de recuperação ambiental, o poder público junto a industriais e a população juntaram esforços para deixar de ser conhecido como o “Vale da Morte”. Os constantes esforços culminaram no Programa Serra do Mar: baseado no reflorestamento da Serra do Mar, realocação de famílias e expansão de unidades protegidas.

Quanto às atividades da Secretaria hoje, trouxe alguns números e metas do Programa Nascentes em resposta à crise de gestão hídrica vivenciada nos últimos anos. Além da consolidação das áreas protegidas, a meta da primeira fase do programa é recuperar 4.464 hectares de matas ciliares com o plantio de 6,3 milhões de mudas nativas. Hoje, cerca de 1,8 milhões de mudas foram plantadas em 1.000 hectares sobretudo nas cidades de Cajati, Salesópolis, Igaratá, Jacareí, Piracaia e Joanópolis.

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